Construção Civil em meio a um empasse: apesar da crise e demissões no setor, as obras não podem parar

Construção Civil em meio a um empasse: apesar da crise e demissões no setor, as obras não podem parar

José Roberto Stagliório, diretor da Inforcomp, opina sobre a crise e explica como as empreiteiras podem evitar os processos trabalhistas  

 

Não está nada fácil para a Construção Civil, que vem enfrentando uma crise nos últimos meses. No fim do primeiro semestre do ano passado, o estoque de imóveis novos chegou a R$ 27,3 bilhões.

Para José Roberto Stagliório, diretor da Inforcomp, que trabalha diretamente com as construtoras, a crise na construção civil não tem um reflexo imediato, pois as obras que se iniciaram não podem parar no meio do caminho pois gerariam um prejuízo ainda maior em caso de descontinuidade.               “A construção tem um ciclo com vários momentos, por exemplo, aquisição do terreno, aprovação do projeto, execução da obra, entre outros. Como a oferta dos imóveis é grande e a demanda está menor, o valor tende a abaixar. A crise afeta mais os futuros lançamentos”. E diz ainda que as construtoras estão fazendo muitas ações de vendas para desovas de apartamentos com preços mais convidativos, pois uma vez que construido, tem que vender.

Já que as obras têm que dar continuidade, é necessário um ajuste ao novo panorama e as demissões são inevitáveis. Para tanto, algumas ações são preventivas para que o setor não enfrente problemas com a fiscalização e com processos trabalhistas. Vale lembrar que na década de 80, a Indústria da Construção Civil foi campeã em processos trabalhistas, enfrentando dificuldades de administrar grande quantidade de pessoas, por isso partiu para a Terceirização. O que parecia ser um grande "achado" causou um outro transtorno, as construtoras achavam que estavam transferindo os problemas trabalhistas para as empreiteiras, mas entraram na "Culpa Solidária", em processos arroladas como "Co-responsáveis".

Assim, os departamentos de Recursos Humanos das Construtoras foram buscar mecanismos de fiscalização e auditoria sobre os trabalhadores das empreiteiras com objetivo de diminuir processos trabalhistas por culpa solidária. Uma das ferramentas para esta administração de terceiros é a solução da Inforcomp de Controle de Acesso no Canteiro de Obras, que permite controlar a adequação trabalhista das empreiteiras terceirizadas.

Daí a importância dessa ferramenta de gestão, que permite saber quem está na obra em cada momento, dados importantes para aferir a mão de obra real na Obra sem necessidade do “velho” apontador. O sistema possui um Monitoramento online. Segundo registros dos operários (PIS, ASO, exame audiométrico,...) o sistema aceita ou bloqueia através de catraca  a entrada na obra, por exemplo, validade do atestado de saúde, se estiver vencido, a catraca acusa e impede o acesso. “ O controle de acesso a obras é um recurso preventivo, seus relatórios permitem ao RH dados precisos que evitam os processos  trabalhistas. Por outro lado, ajudam a gestão do canteiro de obras, principalmente em momentos de expansão devido a precisão e o detalhamento das informações”, explica o diretor.

O que anima  a Inforcomp é que os seus produtos e serviços atendem a construção civil nos dois momentos e está otimista com a fala do governo federal que pretende assegurar o cronograma das obras do PAC, lançando em breve o PAC 3 e nova etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL), reafirmando o compromisso do governo com o lançamento do Minha Casa, Minha Vida 3.

Para Walter Cover, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (Abramat), a perspectiva de construção de três milhões de moradias do programa até 2018, pode trazer novo impulso ao setor. E segundo o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz, o ano de 2015 abre perspectivas positivas para o setor, representa 8% do PIB brasileiro.

José Roberto Stagliório acredita que haverá uma acomodação do setor. “Não existe crise, há uma sinalização, “de que o pé está no freio”. Tenho vários clientes que ainda estão abrindo novas obras, a dificuldade é na venda dos apartamentos finalizados”, reforça o diretor da Inforcomp

 

Grupo Inforcomp

 

Inforcomp Consultoria e Informática - Fábrica de Software

 

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