Brasil e China estão cada vez mais próximos

Brasil e China estão cada vez mais próximos

                                          

Olhos Ocidentais chamam a atenção de japoneses, coreanos e de chineses para a Cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras

 

A aproximação entre Brasil e China está cada vez mais em evidência. Só neste mês, os dois países assinaram acordos econômicos na ordem de mais de 50 bilhões de dólares em investimentos até 2021.

Mas não é só na economia que a China vem conquistando o Brasil, basta ilustrar a celebração do Ano Novo Chinês na Praça da Liberdade, em São Paulo, que já se tornou um evento cultural e entrou no calendário oficial da cidade. Brasileiros e chineses participam do evento, que traz atrações musicais, exposições de arte, dança, além de festivais gastronômicos.

A influência ocidental chega aos chineses também na questão das cirurgias plásticas, os olhos maiores com aparência ocidentalizada vira moda na Ásia. A Cirurgia de Ocidentalização das Pálpebras que já é popular entre os japoneses e coreanos ganham mais adeptos, os chineses.

A insatisfação com a aparência do rosto leva as garotas orientais a optar por essa cirurgia, aliás uma das que lideram a lista de preferências delas. Os olhos dos japoneses são arredondados e pouco abertos, os dos coreanos são grandes e pouco fechados e os dos chineses são pequenos, apertados e retos. No Brasil, principalmente em São Paulo, onde há um grande número desses descendentes, a procura pelo procedimento é grande.

A médica Dra. Edith Horibe, filha e neta de japoneses, foi uma das pioneiras em popularizar no Brasil a chamada Cirurgia de Ocidentalização. Para a  cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Estética Médica e Gestão da Idade, que foi premiada por pesquisas sobre a anatomia e cirurgia em orientais, nessas pessoas os cílios ficam virados para baixo e muitas vezes acabam entrando nos olhos, causando até úlcera de córnea. “Muitos adolescentes hoje ganham a cirurgia como presente de 15 anos”, afirma.

A cirurgiã plástica explica “os que não nasceram com as “dobrinhas” nas pálpebras superiores, como os orientais, recorrem à cirurgia para ter olhos mais vivos e obter uma face mais harmoniosa.”

Normalmente, a altura da dobra nos ocidentais é de 10 a 11 milímetros, já nos orientais esta medida é de aproximadamente 5 a 8 milímetros. Para os orientais é tão importante ter a dobra palpebral superior que lançaram no mercado Internacional colas que fazem este sulco, mas duram apenas até a lavagem do rosto, por isso a cirurgia plástica passa a ser fundamental para esses jovens. “A Ocidentalização das Pálpebras é para amenizar a aparência de olhos fechados e “puxados”, diz a cirurgiã plástica.

Os orientais têm ausência do sulco palpebral superior (ausência de dobra na pálpebra superior), excesso de bolsas de gordura na região da pálpebra superior e epicanto medial (prega de pele na parte medial do olho). A cirurgia consiste em retirar parte da gordura existente nas pálpebras superiores e, na maioria das vezes, também de uma tirinha fina de tecido muscular para eliminar o aspecto inchado, típico dos rostos orientais. Depois, é feita uma “dobrinha” em cima dos olhos. "Os ocidentais têm naturalmente uma pequena dobra na pálpebra superior, enquanto que 50% dos orientais não. A cirurgia faz a fixação da pele no músculo elevador da pálpebra e tarso, de modo a fazer a dobra e simular a pálpebra ocidental”, relata a Dra. Edith Horibe.

Ao comentar sobre a cirurgia, a médica lembrou que há alguns anos, o jornal britânico Daily Mail publicou uma matéria que as mulheres com 30 anos de idade estavam recorrendo às cirurgias plásticas, para aparentarem menos idade e terem mais chances de competir com outras mais novas no mercado de trabalho. Uma dessas cirurgias é justamente para arredondar os olhos O que parece exagero para muitas ocidentais, não é para as chinesas que veem a cirurgia plástica como uma forma de progredir na carreira.

A Dra. Edith Horibe conta que a cirurgia é rápida, de pouco mais de uma hora e não precisa de internação. Logo de imediato já se vê o resultado. Três dias depois começa a retirada dos pontos, que termina em cinco dias. Em uma semana ou um pouco mais, a paciente já pode levar uma vida normal.

A ocidentalização estética tem nos países orientais a popularidade da lipoaspiração no Brasil. Um caso que ficou bastante conhecido na Internet e inclusive publicado no site Hype Science, foi o da coreana Lee Min-Kyong de 12 anos. A garota, ótima dançarina de balé, possuía uma auto-estima baixa. A solução encontrada pela mãe de Lee foi optar pela cirurgia plástica para ocidentalizar os olhos. “Estou animada. Depois da operação, meus olhos vão parecer maiores, acho que vou ficar mais bonita do que eu sou hoje”, afirmou Lee Min-Kyong. Já a mãe da menina, Hyu Jang-hee, disse: “Estou mandando ela fazer isso, porque acho que vai ajudá-la. Essa é uma sociedade em que você tem que ser bonita para chegar a algum lugar. Ela é minha única filha”.

Além do uso estético, a Ocidentalização das Pálpebras também tem a utilidade de correção. As pessoas que nascem sem as pregas nos olhos têm chances de desenvolverem problemas visuais com o decorrer do tempo, o excesso de pele vai aumentando a ponto de acarretar dificuldade visual, sendo muitas vezes necessária a intervenção cirúrgica.

“Esta cirurgia proporciona um olhar mais atraente e de forma alguma descaracteriza o rosto, pelo contrário, os traços são ainda mais valorizados, ganham um toque ocidental muito cobiçado pelas orientais e o rosto fica muito bonito, além de levantar a autoestima das garotas, das mulheres e dos homens  em geral, inclusive 30% da procura desta cirurgia é de homens”, conclui a Dra. Edith Horibe.

 

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