Festas Juninas são muito divertidas, mas inspiram o consumo de alimentos calóricos

Festas Juninas são muito divertidas, mas inspiram o consumo de alimentos calóricos

Especialista alerta que é necessário equilíbrio com as comidas típicas para não ganhar peso

Estamos no período das Festas Juninas e de celebrar os santos populares: Santo Antônio, São Pedro e São João. As festas são muito animadas, com fogueiras, bandeirinhas, quadrilhas e principalmente as barracas com comidas típicas da época, como bolo de fubá, pé-de-moleque, pinhão, amendoim, canjica, milho cozido, pamonha, curau, paçoca, pipoca, arroz doce, cuscuz e não podem faltar o quentão e o vinho bem quentinho.

Esse cardápio recheado de tentações gastronômicas é para lá de bom, mas pode resultar em uns quilos a mais na balança se não houver um controle.

A Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, explica que com o clima frio, a sensação de fome aumenta e há uma tendência das pessoas preferirem justamente os alimentos mais calóricos. “O ideal nas festas juninas é se policiar e não exagerar na quantidade dessas iguarias, para não haver o descontrole alimentar e problemas de saúde, como a obesidade”, afirma.

Segundo a pesquisa do Ministério da Saúde, Vigitel 2014, o excesso de peso atinge 52,5% da população adulta do país. Essa taxa, nove anos atrás, era de 43%, o que representa um crescimento de 23%.

O estudo aponta ainda que o excesso de peso na população masculina chega a 56,5% contra 49,1% entre a feminina. Os jovens de 18 a 24 anos  apresentam uma taxa de 38% pesando acima do ideal, já as pessoas de 45 a 64 anos ultrapassam 61%. O ganho de peso gera fatores de risco, como doenças do coração, hipertensão e diabetes.

Cientes dos problemas de obesidade da população brasileira, a Dra. Edith Horibe e o Dr. Kose Horibe, cirurgiões plásticos, expoentes em Estética Médica e Gestão da Idade, criaram o Projeto Meta Saúde, que apresenta uma tríade benéfica à saúde: Estética Médica, Envelhecimento Saudável e Emagrecimento.

É um método eficaz no combate a obesidade e se baseia na ação cognitiva e no tipo dietético. Além disso, avalia qual atividade física deve ser praticada individualmente. Outra ação neste projeto é o levantamento clínico e laboratorial dos fatores de riscos eventualmente existentes. “O projeto não se destina a cura de doenças que já existem, mas sim ao conhecimento dos eventuais fatores que possam aumentar a velocidade do envelhecimento”, afirma a Dra. Edith Horibe.

A proposta do projeto é auxiliar no comportamento e no consciente apresentando resultados positivos contra a obesidade. “O aprender a consumir o necessário precisa estar envolto no pensamento de cada um. A questão não é só ser magro, o projeto visa ensinar a pensar magro, junto com a eliminação saudável do peso aliado a exercícios físicos regulares”, afirma Dr. Kose Horibe.

Por isso, a Dra. Edith Horibe alerta para os cuidados redobrados com os doces. E o vinho quente e o quentão devem ser consumidos em pequenas quantidades, pois o álcool também apresenta muitas calorias, sendo necessária a moderação, principalmente nas receitas que levam açúcar. “Se escolher a paçoca, por exemplo, não coma o amendoim. Se for arroz doce, nada de canjica e assim por diante. Mas, é importante retomar o controle alimentar nas próximas refeições, que devem ser bem leves, como um caldo quente ou uma sopa pouco calórica”, finaliza a Dra. Edith Horibe.

Dá para aproveitar bastante as festas juninas, é só ficar de olho na alimentação.

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